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12 maio 2014

Virada Cultural 2014

Criada para refletir o espírito tipicamente paulistano de uma cidade que “nunca para”, a Virada Cultural é um evento promovido pela Prefeitura de São Paulo, com duração de 24 horas, que oferece atrações culturais para pessoas de todas as faixas etárias, classes sociais, gostos e tribos que ocupam, ao mesmo tempo, a mesma região da cidade.

Inspirada na “Nuit Blanche” francesa, que se baseia na inversão de expectativas, como, por exemplo, museus abrindo de madrugada, em São Paulo, o evento traz programação diversa distribuída por todo o centro. Aqui, a Virada Cultural busca, antes de tudo, promover a convivência em espaço público, convidando a população a se apropriar do Centro da cidade por meio da arte, da música, da dança, das manifestações populares.

Além da rede municipal de equipamentos – incluindo os Centros Educacionais Unificados (CEUs) –, a organização da Virada Cultural conta com parceiros estratégicos como o SESC e o Governo do Estado, que aderem com seus equipamentos culturais descentralizados. O Metrô de São Paulo fica aberto durante as 24 horas do evento, garantindo a circulação das pessoas.

Quando: 17 e 18/maio, das 18h às 18h.

Veja programação completa em: http://viradacultural.prefeitura.sp.gov.br/2014/programacao/

16 dezembro 2013

No G1: Delegacia Eletrônica passa a registrar casos de roubo

Em caso de agressão, no entanto, vítima tem que ir até a delegacia.
Objetivo é incentivar registro do roubo, mesmo de objetos de pouco valor.


As vítimas de roubo em locais públicos de São Paulo podem  registrar, a partir desta terça-feira (10), boletim de ocorrência por meio da Delegacia Eletrônica da Polícia Civil, no site da Secretaria da Segurança Pública (SSP). É considerado roubo o crime no qual a vítima sofre ameaça por parte de um criminoso.
Caso haja agressão física no momento do crime, porém, a vítima ainda precisará ir a uma delegacia para eventuais exames. Desta forma, não será possível fazer o registro pela internet.
O serviço já permitia o registro de outros 11 tipos de ocorrências: furtos (incluindo de veículos), perdas (documentos, celulares e placa de veículos), ameaça, injúria, difamação, calúnia, desaparecimento e encontro de pessoas.
Em alguns casos, como roubo a residência ou a estabelecimento comercial, também será necessário registrar a ocorrência pessoalmente em uma delegacia.
Apesar disso, a inclusão dos roubos no rol de crimes atendidos pela Delegacia Eletrônica tem entre seus objetivos incentivar o registro da ocorrência, evitando, assim, a falta de notificação.

16 outubro 2013

Uol: vias no Centro terão velocidade máxima reduzida

  • Arte/UOL
    A Prefeitura de São Paulo vai implantar no centro uma rótula para dar mais velocidade aos ônibus
    A Prefeitura de São Paulo vai implantar no centro uma rótula para dar mais velocidade aos ônibus
A Prefeitura de São Paulo implanta nesta segunda-feira (16) o primeiro trecho de um sistema de trânsito que prevê mão única de direção para veículos na região central, a rótula central. A medida vai afetar a avenida Ipiranga, na região central da cidade, entre a praça Alfredo Issa e a avenida São Luís, de segunda a sexta-feira das 6h às 22h e, aos sábados, das 6h às 14h.
Ao final de todas as etapas, sem prazo para conclusão, o sistema vai percorrer a praça João Mendes, a avenida Rangel Pestana, o viaduto Mercúrio, a avenida Mercúrio, a rua Senador Queiroz, a avenida Ipiranga, a avenida São Luís, o viaduto Nove de Julho e o viaduto Maria Paula.

"Há meses fizemos o estudo para implantar a rótula. A velocidade do ônibus vai aumentar 25%", afirmou o secretário municipal de Transportes, Jilmar Tatto. 
De acordo com ele, há hoje uma má distribuição das linhas na região central. "Elas não são troncalizadas, não param no meio do caminho. A saída é troncalizar. O que é isso? É deixar poucas linhas na operação. Programa o horário e, com isso, evita aquela fileira de ônibus."
O secretário disse que vai restringir o tráfego em algumas ruas, mexer em estacionamentos, no canteiro central e na rede de trólebus, além de remanejar diversos pontos de ônibus.
"Mesmo não proibindo o carro, a faixa na rótula vai ser um agente inibidor do carro. O fato de ter a rótula intimida o uso do carro. É natural. É um processo em que o usuário do carro vai perceber que não vale a pena trafegar por ali", disse Tatto.
Já a velocidade máxima permitida que era de 50km/h em algumas vias no interior da rótula, cairá para 40km/h. E as vias que compõem as faixas exclusivas da rótula, terão velocidade reduzida de 60km/h para 50km/h. 

25 julho 2013

Frio: Prefeitura acolhe pessoas em situação de risco

A Prefeitura de São Paulo adotou um método diferente para atrair moradores de ruas aos albergues da cidade durante as noites geladas registradas neste inverno. A novidade é que, além do transporte para a ida aos abrigos, os veículos levam os moradores de rua de volta para os locais de origem. 

Três ônibus, kombis e carros da Defesa Civil fazem o transporte dos acolhidos. Segundo o prefeito Fernando Haddad (PT), a medida visa diminuir a resistência dos moradores de rua, que não querem se afastar de onde costumam viver. Grande parte dos moradores de rua residem na região central de São Paulo.

Além dos 63 Centros de Acolhida disponíveis na rede de Assistência Social, a Prefeitura de São Paulo abriu 3 mil vagas extras em centros de emergências, como em um abrigo provisório da Barra Funda. Uma das sedes da Defesa Civil na Avenida Zaki Narchi, na Zona Norte da capital, também cedeu espaço para acomodar os acolhidos.

Os acolhidos nos abrigos recebem um kit de higiene pessoal e cobertor, além de jantar e café da manhã.

Na madrugada desta quarta-feira (24), a mais fria do ano, 11 mil pessoas que vivem em situação de rua passaram a noite em abrigos e albergues da capital.

Fonte: http://g1.globo.com/sao-paulo/noticia/2013/07/prefeitura-de-sp-transporta-acolhidos-em-abrigos-de-volta-para-rua.html

Serviço

Caso encontre uma pessoa em situação de risco, acione um destes telefones:

156 Central de Atendimento da Prefeitura.
153 Central da Guarda Civil Metropolitana, que também acionará o sistema de acolhida caso identifique em suas rondas população vulnerável. 
192 SAMU, que também dará apoio aos serviços da Secretaria de Assistência Social, que mobilizou cerca de 400 profissionais para o trabalho de abordagem nas ruas.

Fonte: http://www.prefeitura.sp.gov.br/cidade/secretarias/comunicacao/noticias/?p=152723

26 março 2013

No G1: Haddad apresenta plano de metas


Prefeito de SP quer construir 150 km de corredores de ônibus até 2016.
Plano inclui construção de 243 creches até fim da gestão.


Tatiana Santiago e Roney DomingosDo G1 São Paulo
O prefeito de São Paulo, Fernando Haddad (PT), apresentou na manhã desta terça-feira (26) o plano de metas da sua gestão. São cem objetivos do mandato que vai até 2016. De acordo com o prefeito, a execução do plano custará entre R$ 22 bilhões e R$ 23 bilhões.
A apresentação está prevista na Lei Orgânica do Município (LOM). Kassab foi o primeiro a trabalhar tendo como base um programa de metas. Ele apresentou em 2009 o documento Agenda 2012 com 223 metas, das quais cumpriu 123 em quatro anos.
No caso do petista Haddad, as metas foram divididas em três eixos: compromissos com os direitos sociais e civis; desenvolvimento econômico sustentável com redução das desigualdades; e gestão descentralizada, participativa e transparente.
De acordo com Haddad, a maior parte dos recursos para a implantação do plano de metas depende do Plano de Aceleração do Crescimento (PAC) e do Plano de Ajuste Fiscal (PAF). Ele também espera obter recursos de outras parcerias com os governos federal e estadual, parcerias com a iniciativa privada e operações urbanas, que proporcionam maior flexibilidade quanto aos limites no tamanho das edificações estabelecidos pela Lei de Zoneamento, mediante o pagamento de uma contrapartida financeira.
Veja abaixo os principais pontos do plano de metas:
Creches
A gestão Haddad quer até 2016 “projetar, licitar, licenciar e garantir a fonte de financiamento e contruir 243 creches”. Atualmente há 71 em andamento com parceria com o governo do estado e 172 em parceria com o Ministério da Educação.
Saúde
Para a saúde, a meta é construir três novos hospitais, ampliando em 750 o numero de leitos no sistema municipal de saúde. Esta meta era também uma das promessas de campanha de Haddad. O prefeito quer também recuperar e adequar 16 hospitais municipais, com a ativação de 250 leitos.                                             
Haddad pretende criar a Rede Hora Certa - uma de suas promessas de campanha - instalando 32 unidades em cada uma das subprefeituras. A rede concentrará num mesmo local o ambulatório para consultas, cirurgias e laboratório de diagnóstico.
O plano de metas inclui ainda a construção de 43 Unidades Básicas de Saúde (UBSs) integrais; a reforma e ampliação dos serviços de 24 pronto-socorros e seis AMAs, transformado-as em Unidades de Pronto Atendimento (UPAs); além da instalação de cinco novas UPAs.
Transporte
Haddad quer também criar um programa de incentivos fiscais na Zona Leste e no extremo Sul da capital para “promover o crescimento econômico e a geração de postos de trabalho”.
Outro compromisso de campanha que foi incluído no plano de metas é a construção de 150 km de corredores de ônibus, “com o objetivo de aumentar a velocidade media dos ônibus nos horários de pico passando de 14 km/h para 25 km/h”.
Na tentativa de ampliar e descentralizar o atendimento à população, Haddad pretende criar a Subprefeitura de Sapopemba e criar conselhos participativos nas 32 subprefeituras.
Desenvolvimento econômico e social
Segundo o plano de metas, “não é concebível a reestruturação do espaço urbano e uma reordenação do desenvolvimento que não passe por forte compromisso dos direitos sociais e civis da população”.
Haddad quer superar a extrema pobreza em São Paulo. Para isso, ele prentede incluir 280 mil famílias com renda de até meio salário mínimo no Cadastro Unico. Além disso, ele pretende beneficiar 228 mil novas famílias com o programa do governo federal Bolsa Família.
O plano prevê garantir 100 mil vagas no Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego (Pronatec) e formalizar cerca de 22.500 microempreendedores individuais.
Educação e cultura
Para a educação, o prefeito traçou como objetivo valorizar os profissionais da área implantnado 32 pólos da Universidade Aberta do Brasil e ampliar a jornada escolar de 100 mil alunos da rede municipal, aderindo ao programa federal Mais Educação. Haddad pretende ainda ampliar construir 20 Centros Educacionais Unificados (CEUs).
Para a área da cultura, Haddad quer manter a Virada Cultural no Centro além de criar outras duas descentralizadas e outros três eventos temáticos. O prefeito promete ainda criar dois novos centros culturais e lançar o Fundo Municipal de Fomento à Cultura.
Habitação
Para o setor da habitação, o plano de metas prevê a construção de 55 mil unidades habitacionais e beneficiar 70 mil famílias no Programa de Urbanização de Favelas.
Nas metas está também a regularização fundiária de 200 mil famílias e implantação de 18 mil pontos de iluminação pública eficiente.
Segurança urbana
Haddad pretende ampliar o efetivo da Guarda Civil Metropolitana (GCM) em 2 mil novos integrantes e capacitar 6.300 agentes em direitos humanos e 2 mil em mediação de conflitos.                           
A Prefeitura deverá também reformular a Operação Delegada usando um terço do efetivo no patrulhamento noturno de áreas com altos índices de violência.
Conselho
Durante a apresentação do plano de metas, Haddad lançou oficialmente o Conselho da Cidade de São Paulo. Entre os membros do conselho estão o arcebispo da capital, Dom Odilo Pedro Scherer, e o presidente da Rede Nossa São Paulo, Oded Grajew.
"Nosso papel é estimular o debate e promover reuniões. Nós queremos ouvir e debater propostas para a cidade e não fazer discurso", disse o prefeito. Segundo ele, serão feitas quatro reuniões anuais com o conselho – o número de encontros poderá ser aumentado se preciso for.
Em sua primeira reunião, o conselho discutiu o plano de metas de Haddad. A assessoria de imprensa da Prefeitura de São Paulo não soube precisar o número exato de conselheiros, mas informou que cerca de 200 pessoas foram convidadas.
A discussão do plano de metas tornou-se importante porque uma emenda à Lei Orgânica do Município (LOM) aprovada em 2008, durante a gestão do antecessor de Haddad, Gilberto Kassab (PSD), obriga todo prefeito a apresentar em até 90 dias depois da posse um programa de metas para os quatro anos da gestão. A proposta foi idealizada pela ONG Rede Nossa São Paulo. Não há punição legal prevista para o prefeito que não cumprir 100% das metas.

02 setembro 2012

Estadão: São Paulo tem 60 lixeiras destruídas por dia


SP ganhou 150 mil lixeiras de rua neste ano, mas 60 já são destruídas por dia


Com mais equipamentos espalhados na capital, depredação diária triplicou em relação a 2010: média antes era de 20 unidades perdidas

02 de setembro de 2012 | 22h 00

Adriana Ferraz, Juliana Deodoro, Diego Zanchetta e Rodrigo Burgarelli
Quem caminha por avenidas paulistanas como a Pompeia, na zona oeste, a Ipiranga, no centro, ou a São Miguel, na zona leste, vai encontrar uma cena em comum: todas estão lotadas de lixeiras novas, praticamente uma a cada poste. Elas fazem parte de um lote de 150 mil lixeiras instalado desde o início do ano. Mas o vandalismo persiste: 60 equipamentos são quebrados por dia em São Paulo. E o número está em alta - em relação a 2010, esse índice triplicou.
Lixeira depredada em rua da zona oeste de São Paulo - Epitácio Pessoa/AE
Epitácio Pessoa/AE

A instalação das lixeiras custou cerca de R$ 10 milhões. O investimento estava previsto no novo contrato da limpeza pública, em vigor em dezembro de 2011. O modelo dividiu a cidade em duas áreas, sob o comando das empresas Soma e Inova. De acordo com a região de atuação, cada uma delas é responsável pela varrição das ruas, limpeza das bocas de lobo e instalação e manutenção das lixeiras públicas. Somadas com as 36 mil que já existiam na cidade, São Paulo tem hoje um recorde de 186 mil equipamentos do tipo.
O alto número, no entanto, acaba criando mais oportunidades para a ação de vândalos. A média de lixeiras quebradas, que em 2010 era de 20 por dia, agora já é três vezes maior. Desde o início do novo contrato, 13 mil delas já foram furtadas ou destruídas - a maior parte em bairros da periferia ou na região central, onde se concentram em maior número por causa do movimento diário de pedestres.
Até o ano passado, a depredação custava cerca de R$ 340 mil por ano aos cofres da Prefeitura. Com o novo contrato, a verba gasta em manutenção também passa a ser responsabilidade dos consórcios vencedores. Ambos devem receber mais de R$ 2 bilhões do Município nos próximos três anos.
Tampa. No centro, em um único quarteirão da Rua Canuto do Val, no bairro de Santa Cecília, três lixeiras já estão totalmente destruídas. Uma delas ficou só com a tampa e as outras duas, com o dispositivo que as prendia aos postes. Segundo o comerciante Francisco Rodrigues, de 50 anos, que mora na região, o vandalismo com as lixeiras ocorre principalmente depois de jogos de futebol. Ele conta que tentou consertar a que ficava na frente de seu pet shop, mas a iniciativa não foi bem-sucedida.
"Até tentamos resolver e colar as partes quebradas, mas a lixeira estava destruída demais e os garis levaram embora. Já conversei com eles e me disseram que outra seria instalada no lugar. Até agora, nada."
O porteiro Roberto Ferreira, de 41 anos, diz ser difícil encontrar uma lixeira inteira pela região central de São Paulo. "Elas foram colocadas recentemente e já estão arrebentadas. É triste, porque as lixeiras ajudam a evitar que os bueiros fiquem cheios e provoquem enchentes." Segundo ele, as unidades que "sobrevivem" são aquelas que ficam próximas de estabelecimentos que fecham mais tarde.
Sem sentido. Mas, para o vendedor Valderi Maurício, de 29 anos, o horário não faz diferença para os vândalos. Ele afirma já ter visto pedestres chutando as lixeiras à luz do dia. "Acho que essas pessoas não gostam nem delas mesmas. Não tem o menor sentido destruir a lixeira assim, de graça", diz.
Em bairros residenciais, a situação é bem melhor. No Campo Belo, zona sul, ou Perdizes, zona oeste, a maioria das lixeiras continua inteira e, às vezes, até vazia. Instaladas na frente de residências, pontos sem comércio ou grande fluxo de pedestres, chegam a ser ignoradas pelos moradores.